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PAULO FREIRE E SUA PEDAGOGIA SIGNIFICATIVA

PAULO FREIRE E SUA PEDAGOGIA SIGNIFICATIVA

“A leitura do mundo precede a leitura da palavra” (FREIRE, 1989)

Por Maria Luísa Silvestre

Paulo Freire faria, no dia 19 de setembro de 2021, 100 anos. Esse brilhante educador e filósofo  é considerado o  “Patrono da Educação Brasileira” e recebeu homenagens em todo o Brasil pelo   seu centenário.  A sua obra é reconhecida mundialmente: ele tem títulos em 41 instituições de ensino, como nas universidades de Harvard, Cambridge e Oxford.

Esta frase tão conhecida de Paulo Freire “A leitura do mundo precede a leitura da palavra” quer dizer que a realidade vivida é a base para qualquer aprendizado, ou seja, conceitos novos  só são adquiridos quando têm ligação com o já conhecido.

Na verdade, o conceito pedagógico hoje utilizado de CONTEXTUALIZAÇÃO surgiu da percepção de Paulo Freire de que primeiramente observamos e analisamos a realidade em que vivemos, para, depois, podermos ampliar os nossos horizontes.

 

O QUE ERA A LEITURA PARA ESSE GRANDE PEDAGOGO?

“Ler é uma operação inteligente, difícil, exigente, mas gratificante. Ninguém lê ou estuda autenticamente se não assume, diante do texto ou do objeto da curiosidade a forma crítica de ser ou de estar sendo sujeito da curiosidade, sujeito da leitura, sujeito do processo de conhecer em que se acha.”

Paulo Freire menciona que  o aluno deve ser o agente de seu processo de aprendizagem, e os conteúdos precisam ser significativos para ele, terem ligação com sua vida, suas vivências, suas experiências. Assim, se estabelece o LETRAMENTO, processo em que a leitura é realmente entendida pelo leitor, amplia a sua conscientização sobre o mundo e até possibilita ações para modificá-lo. 

O aprendiz de Paulo Freire é construtor do próprio aprendizado, exatamente como já nos dizia o pensador Jean Piaget.  Assim, uma educação em que o aluno parte do que lhe é concreto e conhecido para  em seguida assimilar novas informações — dentro de uma proposta contextualizada, que permite reflexão e análise  dos conhecimentos de forma crítica —, tem em comum a  visão de dois importantíssimos pensadores: Piaget e Paulo Freire.

PAULO FREIRE NA METODOLOGIA DO SISTEMA PIAGET

Paulo Freire enfatiza que a  LEITURA nos apresenta o desconhecido; nos faz comparar, analisar, refletir; nos torna cidadãos conscientes, críticos e agentes de mudança.

E as nossas propostas de ensino, do Sistema Piaget e da Escola de aplicação (Colégio Piaget),  vão ao encontro dessas ideias. Tanto é que os nossos projetos educacionais (da Educação Infantil ao Ensino Médio) partem sempre de um livro, seja em papel, seja em formato digital.

Para os pequenos da Educação Infantil, os livros são lidos pelas professoras e pelas famílias. De modo oral ou em forma de desenhos e dramatizações, os livros são sempre trabalhados de maneira interativa com os alunos. 

No 1º ano do Ensino Fundamental, os livros (devidamente selecionados de acordo com o interesse e realidade dos alunos) são utilizados tanto para estimular o gosto da leitura como para promover as primeiras “hipóteses de leitura e escrita”.

Já nas séries seguintes, os livros são a base para qualquer atividade, auxiliando, com os seus temas específicos, na contextualização dos conteúdos e descobertas.         

ALGUNS DOS IMPORTANTES LEGADOS DE PAULO FREIRE

1- EXPERIÊNCIA DO ALUNO

Na metodologia proposta por Freire, os professores devem utilizar a experiência de vida dos alunos para que eles possam construir o conhecimento. Ele menciona que fazer associação do conteúdo pedagógico aos fatos do dia a dia dos educandos  torna o aprendizado efetivo e mais significativo. 

Se a experiência do aluno tem importância, ele precisa ser ouvido. E, ao ter voz, ele passa de aluno passivo a aluno protagonista.

Assim, um dos legados de Freire hoje é tão acatado: o PROTAGONISMO DISCENTE

2- DIÁLOGO E EMPATIA                                                                                                                                             

Segundo Freire, o professor deveria interagir com os alunos, expressar seu carinho, sua preocupação e interesse por eles: “Esse relacionamento afetuoso repercute na construção de um aprendizado efetivo e troca constante de conhecimentos”

E não foram essas as atitudes que os professores adotaram para incentivar os alunos durante as aulas a distância? E não ficou evidente, agora, no retorno às aulas presenciais, que as aulas devem continuar diferentes, contextualizadas e interativas; que a empatia com os alunos é essencial para agregá-los;  que o diálogo precisa ser constante?

Portanto, seguimos no passado recente e continuamos seguindo no presente as orientações do mestre Paulo Freire.     

         

HOJE ENTENDEMOS MELHOR A METODOLOGIA DE PAULO FREIRE

Em tempos de pandemia, as escolas adotaram aulas especiais para “dialogar sobre sentimentos”.  

O conteúdo socioemocional, que agora já consta da grade curricular de muitas delas, surgiu da necessidade de proporcionar aos alunos estratégias para que eles se conhecessem, percebessem seus sentimentos e detectassem comportamentos positivos ou negativos decorrentes  de suas emoções.

Quando a  Educação, acatando as recomendações da  BNCC,  promove  o autoconhecimento, o conhecimento do outro, o respeito às diferenças e o amor, ela está reproduzindo os ensinamentos de Paulo Freire. 

Lembremos outra frase fundamental do mestre: “Não se pode falar em educação sem amor.”.  

Hoje entendemos bem que o aluno precisa gostar da escola, gostar das aulas, gostar dos professores. E só se consegue isso com muito AMOR.

Se você gosta da metodologia de Paulo Freire, gostará de conhecer o material pedagógico do Sistema Piaget, que contém as principais propostas do mestre:
aulas contextualizadas;
leitura como centro da abordagem de novos conteúdos;
valorização da experiência que os alunos já possuem;
interatividade; 
protagonismo discente.

Se quiser saber mais, entre em contato com nossos consultores através do WhatsApp!

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