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O Novo Ensino Médio: desafios e oportunidades

A educação brasileira tem passado por profundas mudanças que visam ofertar um ensino de maior qualidade e, para isso, não há como não colocar o estudante no centro do processo de aprendizagem.

Entre os segmentos educacionais, o Ensino Médio é o mais fragilizado historicamente e o que apresenta números alarmantes de defasagem ou abandono escolar, seja em decorrência das próprias transformações sociais ou emocionais enfrentadas pelos jovens, seja pelo fato de o modelo atual de educação não responder mais de forma satisfatória aos seus anseios e às exigências do mundo contemporâneo.  

A mudança de estrutura no Ensino Médio deve-se à Lei nº 13.415/2017, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Por essa razão, debates sociais em torno desse tema passaram a clamar por um modelo educacional que visasse ao desenvolvimento integral do estudante, por meio do incentivo à autonomia, ao protagonismo e à responsabilidade por suas escolhas presentes e futuras. Essa mudança de modelo resultou no Novo Ensino Médio, que busca garantir aprendizagens essenciais, referenciadas na BNCC, mas com um formato mais flexível.

O que muda com o Novo Ensino Médio?

Três são as principais mudanças do Novo Ensino Médio, as quais objetivam dar aos estudantes maior protagonismo e garantir, a todos, os mesmos direitos de aprendizagem.

  1. A ampliação da carga horária

O Novo Ensino Médio prevê a ampliação da atual carga horária de 2 400 horas para, no mínimo, 3 000 horas até o ano de 2022 e, progressivamente, deverá atingir 4 200 (1 400 por ano escolar – cronograma a ser definido pelas redes de ensino). Essas 3 000 horas inicialmente pretendidas serão distribuídas entre a formação geral básica (1 800 horas, correspondente a 60% da carga horária total), com os conhecimentos previstos na BNCC, e os itinerários formativos (1 200 horas, correspondente a 40% da carga horária total).

É importante destacar que as escolas poderão distribuir a carga horária entre a formação geral básica e os itinerários formativos da maneira que melhor atender aos interesses da comunidade, desde que cumpra as 1 000 horas por ano escolar. Observe, a seguir, algumas possibilidades.

2. A implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

 Sem a BNCC, documento indispensável para a (re)elaboração dos currículos, não seria possível colocar em prática a proposta de flexibilização curricular. Esse documento garante não só as aprendizagens essenciais, por meio do desenvolvimento de competências e habilidades, como também a promoção da autonomia e do protagonismo juvenil nas diferentes áreas do conhecimento.

  •  A escolha por itinerários formativos

Os currículos que serão definidos pelas escolas para atender às demandas do Novo Ensino Médio terão uma parte referenciada pela BNCC, a chamada formação geral básica (conjunto de competências e habilidades das áreas de conhecimento – Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e suas Tecnologias), e os itinerários formativos, que oferecem aos estudantes diferentes caminhos ajustados aos seus interesses e ao seu projeto de vida. Esses itinerários podem ser entendidos como um conjunto de situações e atividades educativas que possibilitarão aos estudantes aprofundar seus conhecimentos e se preparar para o prosseguimento nos estudos ou para o ingresso no mundo do trabalho.

  • E como esses itinerários podem estar organizados?
  • Por área do conhecimento, com o objetivo de ampliar aprendizagens em determinada área de conhecimento:   

Linguagens e suas Tecnologias

Matemática e suas Tecnologias

Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Ciências Humanas e Sociais Aplicadas

Os itinerários formativos podem ser definidos por cada escola, considerando suas particularidades e os anseios de alunos e professores. Cada itinerário pode mobilizar uma ou mais competências da(s) área(s) em que está organizado.

  • Formação técnica e profissional, que tem como objetivo promover a qualificação profissional dos estudantes para o mundo do trabalho.
  • De forma integrada, ou seja, combinando-se itinerários de área(s) do conhecimento com o(s) de formação técnica e profissional. 

Esses itinerários organizam-se a partir de quatro eixos estruturantes:

  • Investigação Científica, que tem como objetivo criar condições para que os estudantes possam participar de forma ativa na sociedade em que vivem valendo-se da rede de informações disponíveis. 
  • Processos Criativos, que tem como objetivo criar condições para que os estudantes possam participar da sociedade valendo-se de conhecimentos, habilidades e recursos de modo criativo para propor, inovar e inventar.
  • Mediação e Intervenção Sociocultural, que tem como objetivo criar condições para que os estudantes possam atuar como agentes de mudanças e de construção de uma sociedade mais ética, justa, democrática, inclusiva, solidária e sustentável.
  • Empreendedorismo, que tem como objetivo criar condições para que os estudantes possam participar de uma sociedade em constante mudança, por meio do uso de conhecimentos e habilidades que os permitam se adaptar a contextos diferentes e criar novas oportunidades para si e para os outros.

Os itinerários formativos devem contemplar, preferencialmente, todos esses eixos. No entanto, caso não seja possível, ao menos um deles.

As atividades praticadas nos itinerários formativos podem ser bem diversificadas: aulas presenciais ou remotas, oficinas, pesquisas de campo, cursos, laboratórios etc.

As atividades realizadas a distância podem contemplar até 20% da carga horária total (ensino médio diurno) e 30% (ensino médio noturno), tanto na formação geral básica quanto, preferencialmente, nos itinerários formativos.

Quais são as possibilidades para os itinerários formativos?

Não há apenas uma forma de arranjo para a implementação dos itinerários nas escolas. Cada unidade escolar poderá ofertar arranjos diferentes. A seguir, apresentamos três exemplos:

No exemplo 1, o estudante realiza dois itinerários de forma sequencial. O primeiro itinerário (Linguagens e suas Tecnologias) é realizado no 1º e 2º anos, e o segundo itinerário (Matemática e suas Tecnologias), no 3º ano.

No exemplo 2, o estudante realiza, a partir do 2º ano, um itinerário integrado, ou seja, mobiliza conhecimentos de duas áreas (Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas).

No exemplo 3, o estudante realiza, no 1º ano, uma formação técnica e profissional; no 2º ano, de forma concomitante, um itinerário de formação técnica e profissional e um itinerário na área de Matemática e suas Tecnologias e, no 3º ano, dá continuidade aos estudos no itinerário de Matemática e suas Tecnologias.

No caso da formação técnica e profissional, as escolas podem estabelecer parcerias com outras instituições de ensino. No entanto, a emissão de certificados de conclusão do Ensino Médio fica a cargo da escola de origem do estudante.

Vale ressaltar que o ponto de partida para a definição dos arranjos dos itinerários formativos são os anseios dos estudantes e as possibilidades de oferta de cada escola. O sucesso da implementação do Novo Ensino Médio em cada escola depende dessa construção coletiva, da valorização da troca de ideias entre todos os envolvidos. Só assim a aprendizagem significativa acontece!

O Sistema Piaget, seu parceiro em educação, está com você para auxiliá-lo no planejamento e na implementação do Novo Ensino Médio em sua escola. Conte com a gente!

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Planejamento pedagógico, como fazer e qual é a sua importância?

Pedagógico

Planejamento pedagógico, como fazer e qual é a sua importância?

A educação é um fator que deve ser pensado e construído por meio de processos, afinal, exerce um papel de fundamental importância em nossa sociedade, pois sem ela não há conhecimento nem formação de cidadãos mais conscientes. 

Por isso, a instauração de um Projeto Político Pedagógico nasceu como instrumento importante para assegurar à gestão escolar essas novas perspectivas políticas e educacionais.

“Artigo 20 – § 1º O Projeto Político Pedagógico da escola traduz a proposta educativa construída pela comunidade escolar no exercício de sua autonomia, com base nas características dos alunos, nos profissionais e recursos disponíveis, tendo como referência as orientações curriculares nacionais e dos respectivos sistemas de ensino.“ (DCNEB, Brasil/ MEC, 2013.)

Nesse sentido, é fundamental que o Projeto Político Pedagógico – PPP leve em consideração as regras da BNCC, modificando e adequando seu planejamento pedagógico, de acordo com as diretrizes apresentadas para os diferentes níveis de ensino.

Lembrando que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento homologado pelo Ministério da Educação (MEC), voltado para as etapas da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Ela determina, por exemplo, as competências gerais e específicas, além das habilidades e as aprendizagens essenciais que devem ser desenvolvidas ao longo de cada fase da educação básica. Ou seja, a Base funciona como um conjunto de orientações que norteiam as equipes pedagógicas no momento da elaboração dos currículos escolares, devendo ser seguida por todas as instituições escolares do país. 

Quer entender melhor a importância do Projeto Político Pedagógico (PPP)?

Confira a seguir as dicas do Sistema Piaget!

O primeiro passo é realizar a reelaboração curricular, refletindo sobre como o processo de aprendizagem pode contemplar as propostas da Base. Do mesmo modo, é preciso reestruturar os materiais didáticos que serão utilizados, verificando se estes atendem tanto à BNCC quanto às necessidades estudantis.

Ao longo do processo, também é mais do que essencial incentivar a comunicação clara entre os pais e a comunidade escolar, além de oferecer meios e recursos para promover a formação continuada do corpo docente da escola. Com isso, é possível garantir o aumento da qualidade da educação, engajando as famílias e todos os envolvidos no período de transição.

Levando tais aspectos em consideração, a gestão escolar pode propor debates e ações participativas para explicar detalhadamente os princípios democráticos propostos pela BNCC e como eles impactam significativamente a elaboração do PPP na instituição educativa. Tudo isso para que seja possível proporcionar uma educação mais igualitária e favorecer, sobretudo, a criação de um processo colaborativo entre toda a comunidade.

Mas quais são as ações para a (re) elaboração PPP?

1) Envolvimento e sensibilização da equipe da escola para promover o engajamento e a visão de conjunto do trabalho a ser realizado.

2) Planejamento coletivo para organizar o processo e definir as atribuições de cada participante; pode conter informações sobre as ações, etapas, duração e responsáveis.

3) Levantamento para coletar dados e fazer um diagnóstico sobre a escola.

4) Mobilização da comunidade escolar externa (pais e familiares, responsáveis, vizinhos) para participar.

5) Análise e socialização dos dados e definição de prioridades para estabelecer metas com a comunidade escolar.

6) Elaboração e validação do texto do documento.

7) Divulgação da versão final.

8) Uso do documento como referência para nortear a tomada de decisões no cotidiano escolar (permanente).

E a cada ano deve-se refletir sobre os aspectos relacionados a:

1. Atualização das informações sobre a comunidade e dos indicadores educacionais.

2. Discussão da atualização dos indicadores educacionais e o levantamento de metas e ações planejadas no PPP anterior.

3. Organização de grupos temáticos para revisão das ações do plano.

4. Socialização das análises das ações planejadas no PPP anterior com a comunidade escolar.

5. Revisão do texto anterior.

6. Elaboração e validação da redação do texto revisado.

7. Divulgação da versão finalizada.

Com as dicas acima, do Sistema Piaget, você viu como pode proceder com o Projeto Político Pedagógico em sua escola! Então, aproveite o momento para se debruçar sobre este instrumento tão importante na gestão escolar.

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A guerra na redução de mensalidades continua…

Gestão

O advento da pandemia da COVID-19 mudou radicalmente a forma como as relações sociais e econômicas acontecem. Do miúdo ao graúdo, quase tudo o que fazemos, estamos fazendo diferente. Houve uma rápida revolução de costumes, acelerada pela necessidade de adaptação ao desafio.

O mesmo ocorreu com o universo das escolas particulares. Todos os campos de gestão de uma escola, sem exceção, foram atingidos pela pandemia. Muitos capítulos poderiam ser escritos no que se refere às práticas que estão sendo desenvolvidas em resposta a essa nova realidade.

Um desses capítulos, talvez um dos mais importantes, é o das mensalidades. Logo no início da quarentena, quando foi anunciado o fechamento físico das escolas, teve início uma batalha acerca do assunto. Essa batalha evoluiu e se transformou numa guerra.

As escolas têm sido fortemente pressionadas pelos pais de alunos no sentido da redução do valor de suas mensalidades. É uma pressão que extrapola a questão do direito, repousando no campo da negociação comercial. Há famílias que foram atingidas economicamente pela crise e não suportam arcar com o valor das mensalidades enquanto sua renda não se recuperar. E há famílias – aqui, mais numerosas – que, mesmo sem queda expressiva de renda, entendem que a escola precisa baixar seus preços – seja porque teve seus custos reduzidos, seja porque ela precisa participar do esforço a que toda a sociedade está sendo submetida.

Ainda que a iniciativa dos pais seja plenamente compreensível, existem três questões sobre as quais, em geral, eles não estão devidamente informados

a) escola é um tipo de empresa em que existem quase que somente custos fixos; na média, o custo de uma escola se reduz de 3% a 5% com as aulas virtuais; 

b) ainda que tenha observado uma leve queda nos seus custos operacionais, as escolas estão vendo essa economia ser compensada e ultrapassada, de longe, pelas perdas oriundas da inadimplência, dos pedidos de descontos emergenciais e da redução da exploração das atividades extras; assim, o que à primeira vista é algo que beneficia o orçamento da escola, na verdade, está a prejudicá-lo; 

c) as escolas trabalham com margens de lucro muito estreitas – a média não chega a 10% da receita; com o aumento expressivo na inadimplência, certamente o tal “espaço para colaboração da escola com o sacrifício comum” é bastante restrito.  

Os motivos acima expostos explicam a relutância da maioria das escolas em atender aos pedidos dos pais, no que se refere a concessão coletiva de descontos. Mesmo assim, temos observado que um número crescente de escolas tem acabado por ceder. Isso se explica por dois motivos

a) a perda de força da escola na relação com os pais de alunos da educação infantil, curso em que, notadamente, tem havido sérias dificuldades em manter, de forma virtual, a qualidade do ensino presencial; 

b) a possibilidade de utilização da Medida Provisória 936, conhecida como MP do Emprego, que permite redução de custos através de cortes de jornadas e suspensão de contratos de trabalho. Estudar as possibilidades de utilização das prerrogativas previstas nessa MP tem sido uma ação cada vez mais frequente nas escolas – até porque é possível fazer isso sem que os funcionários percam nada. A MP transformou, na prática, o principal custo fixo das escolas em custo variável. Utilizar corretamente essa possibilidade pode ser uma grande chave para o sucesso nesse momento de relação tão delicada com os pais.

Por fim, o Sistema Piaget deixa aqui uma observação que vale para os dois lados, escola e pais: qualquer que seja a estratégia adotada, ela só terá sucesso se ambas as partes estiverem abertas ao diálogo e tiverem a compreensão de que o momento está sendo muito difícil para todos. O momento é de estreitar relações e não de abalá-las.

Por Fernando Barão, economista formado na USP e diretor da Corus ConsultoresFonte: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/02/covid-mensalidades-escolares-art/

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Dia do Professor

Pedagógico

Você sabe a origem do Dia do Professor? Conheça a história por trás do 15 de outubro!

Em 15 de outubro comemora-se o Dia do Professor em todo o Brasil. Mas você sabe qual o motivo da comemoração nesta data específica? A resposta vem do Brasil Imperial.

No dia 15 de outubro de 1827 (consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil, baixou um decreto que criou o Ensino Elementar no país. Pelo decreto, todas as cidades, vilas e lugarejos deveriam ter suas “escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava da descentralização do ensino, do salário dos professores, das matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até sobre como os professores deveriam ser contratados.

A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje Ensino Fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc.) para a economia doméstica.

Cento e vinte anos depois, em 1947, um professor paulista teve a ideia de transformar a data em feriado e iniciou a tradição de homenagear os professores no dia 15 de outubro, em referência ao decreto de D. Pedro I.

A ideia surgiu porque o período letivo do segundo semestre escolar era muito longo: ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo o período. Para amenizar a estafa, um pequeno grupo de quatro educadores, liderados por Samuel Becker, teve a ideia de organizar um dia de folga. O dia também serviria para analisar os rumos do restante do ano letivo.

Foi então que o professor Becker sugeriu que esse encontro acontecesse no dia 15 de outubro. A sugestão foi aceita, e a comemoração, que acabaria se tornando uma pequena confraternização, teve a presença maciça de professores e alunos, que levaram até mesmo alguns doces preparados em casa.

O discurso do professor Becker, além de ratificar a ideia de manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase “Professor é profissão. Educador é missão”. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.

O Decreto define a essência e a razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

Trata-se de uma das profissões mais importantes de nossa sociedade. E em 2020, ser professor foi, mais do que nunca, muito desafiador, por isso, neste ano, o Sistema Piaget, sistema de ensino presente em mais de 250 escolas brasileiras, resolveu presentear os educadores com um ‘spa mental’. A experiência, que acontecerá entre os dias 20/10 e 22/10, é on-line e tem o objetivo de promover equilíbrio, além de resgatar de energia e a motivação dos profissionais.

As escolas como conhecíamos não existem mais, e o novo contexto exigiu que todos, da rede pública às instituições privadas, adotassem métodos e práticas novas, que buscassem outras formas de ensinar. Para os professores que estiveram na linha de frente, foi preciso se reinventar, redescobrir. Espera-se que, nesse novo caminho trilhado pela educação, possamos valorizar esses profissionais da forma como eles merecem.  

Para todos os professores, a nossa gratidão e o nosso carinho!

Sistema Piaget

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Tendências pedagógicas, o que são?

Gestão

Tendências pedagógicas, o que são?

O planejamento e a execução da gestão educacional da sua escola precisam estar sempre em evolução. Olhar para fora é fundamental para melhorar o que está sendo desenvolvido dentro da instituição de ensino. Uma ótima forma de garantir isso é acompanhando novas tendências pedagógicas.

É importante refletir sobre essas tendências antes de aplicá-las, para não correr o risco de cair em modismos. No entanto, é possível obter inspiração a partir de conceitos inovadores e trazê-los para a sala de aula a fim de aprimorar o ensino.

Veja, a seguir, as tendências pedagógicas que podem ser implementadas em sua instituição de ensino.

Interdisciplinaridade

Uma das tendências pedagógicas que podem ser adotadas em sua escola é a interdisciplinaridade. Quer um exemplo de como fazer isso? No estudo da Revolução Industrial, os professores de História e de Física podem se unir para falar do mesmo tema: enquanto, em História, estuda-se o contexto que levou à Revolução, a Física aborda o funcionamento de uma máquina a vapor.

A interdisciplinaridade ajuda os alunos a entenderem que os fenômenos, sejam eles naturais ou sociais, não estão isolados em apenas uma disciplina.

Atenção ao mundo digital

A popularização da internet fez com que diversos processos do dia a dia passassem a depender muito dela. A escola precisa se preparar para os reflexos dessa tecnologia, os quais podem impactar na gestão educacional.

Cyberbullying e privacidade digital, por exemplo, são algumas pautas que podem entrar em discussão no ambiente escolar. Afinal, têm impacto na sociedade e, consequentemente, no cotidiano dos alunos.

Trabalho com inteligências múltiplas

Cada aluno de uma escola é diferente, e essas particularidades sempre devem ser consideradas no planejamento da aula.

O trabalho com metodologias ativas é uma maneira de atuar com inteligências múltiplas. Como o aluno é colocado como protagonista do seu aprendizado, ele terá mais liberdade para aplicar seus talentos na resolução dos problemas propostos.

Formação da cidadania

A escola não serve apenas para transmitir conhecimento, tendo também o papel de formar cidadãos. Os alunos devem entender como podem contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.

É necessário que o currículo escolar desenvolva nos alunos maior conscientização do seu papel na comunidade em que vivem. A escola pode ajudá-los a refletir sobre seus direitos e deveres, além de criar situações de participação cidadã.

Ambientes de aprendizagem

Pensar no papel do espaço escolar é uma das tendências pedagógicas que podem trazer uma série de benefícios à aprendizagem. Tendo em vista que os diferentes ambientes contribuem para o desenvolvimento das atividades, a educação escolar, como um todo, tende a ganhar com isso.

Por exemplo, se a ideia é incentivar a interação entre os alunos em certas tarefas, o espaço precisa facilitá-la. O contrário também é válido: se a ideia é o estudo individual, os alunos precisam de um ambiente que limite as distrações.

Movimento Maker

Colocar a mão na massa é uma forma altamente eficaz de consolidar o aprendizado e proporcionar novas experiências aos alunos. Isso é possível ao trabalhar com esta tendência pedagógica, a qual pode ser muito vantajosa para a sua escola: o Movimento Maker.

O Movimento Maker é baseado na tendência DIY (do inglês do it yourself, ou “faça você mesmo”). A base dela é ensinar os alunos a usar recursos próprios para criar e modificar o que precisam em seus projetos. Essa abordagem pode ser integrada a várias outras tendências pedagógicas e contribui para a formação integral dos alunos.

Jogos em sala de aula

Os games deixaram de ser apenas recursos de lazer, podendo contribuir muito para a aprendizagem dos alunos ao ensinarem diferentes competências bastante valiosas. Por serem fundamentados na conquista do engajamento dos alunos, tendem a ser ferramentas bastante efetivas para alcançar resultados junto a turmas de diversas faixas etárias.

Ao acompanhar tendências pedagógicas promissoras, você passa a contar com as ferramentas necessárias para manter a sua escola sempre no caminho da inovação. Trata-se de algo fundamental para que continue relevante no mercado e tenha um valor perceptível, o qual colaborará para a captação de matrículas o ano todo.

Você sabia que o Sistema Piaget tem uma plataforma exclusiva de jogos e videoaulas, além de um Programa Maker preparado especialmente para escolas de Educação Básica? Caso tenha interesse, fale com um de nossos consultores para saber como o Sistema Piaget pode ajudar sua instituição.

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4 Motivos para perder matrículas

Gestão

4 Motivos para perder matrículas

Por melhor que seja a sua escola, ela não tem como sobreviver sem manter a base de alunos. É fundamental contar com uma estratégia de captação de matrículas durante todo o ano, além de renovar as ações a cada ciclo.

Quer ajuda nisso? Então conheça a seguir os 4 principais motivos que fazem você perder matrículas em sua escola:

1. Não inovar pedagogicamente

As transformações do mundo geram novas expectativas e exigências sobre os alunos. A sua escola precisa evoluir no mesmo ritmo, uma vez que a estagnação minimiza as chances de novas matrículas e afasta os alunos que você já adquiriu.

Não se trata de adaptar toda e qualquer moda do segmento. É preciso ter um planejamento pedagógico ligado a tendências consolidadas, além de trabalhar com olhar voltado para o futuro.

2. Não ter processos organizados

A desorganização dos processos da sua escola podem ser altamente prejudiciais para os resultados. Isso impacta a escola em diversos aspectos, desde o administrativo até o pedagógico.

Pais e alunos conseguem perceber facilmente essa desorganização. Isso pode servir como um argumento definitivo para que optem por deixar sua instituição. Vale a pena voltar a atenção para os processos da escola e identificar as falhas que podem estar prejudicando a sua atuação.

3. Não captar feedback

A sua escola tem o costume de realizar pesquisas de opinião com alunos e pais ao longo do ano? E, principalmente, de realizar ações corretivas a partir dos problemas apontados nesses resultados?

Se a resposta para essas questões for negativa, você provavelmente está perdendo muitas matrículas por conta disso. Para que a sua escola esteja em um caminho de pleno aprimoramento é preciso colher o feedback sobre sua atuação e implementar melhorias a partir disso.

4. Não investir em marketing

Como em qualquer outra empresa, uma escola precisa ter iniciativas de marketing sendo executadas ao longo do ano. Senão, corre o risco de se tornar irrelevante no mercado e perder progressivamente mais matrículas.

E implementar iniciativas de marketing não é algo complicado. Basta definir suas metas e considerar os canais que mais fazem sentido para alcançar seu público-alvo, que podem ser desde os meios tradicionais (jornais, revistas e TV) até os digitais (redes sociais ou anúncios no Google).

A partir desses pontos, você irá mapear os problemas que podem estar fazendo sua escola perder matrículas. Lembre-se de manter esses esforços na sua rotina e de buscar maneiras de aprimorar suas atuações e processos, para contar com resultados cada vez melhores!

Quer saber mais? Entre  com contato com o consultor pedagógico do Sistema Piaget da sua escola. Ainda não é uma escola conveniada? Fale com um dos nossos consultores educacionais. 

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Socioemocional

Quer fortalecer o sentimento de empatia e compaixão por todos e reforçar os vínculos familiares?

É momento de aprendizagem Socioemocional. A aprendizagem socioemocional oferece uma diversidade de atividades e brincadeiras que, além de serem divertidas e desafiadoras, desenvolvem habilidades fundamentais para as crianças desenvolverem competências como autoconhecimento, perseverança, colaboração, comunicação assertiva, empatia, autonomia emocional, entre outras. As atividades são desde exercícios para o cérebro, em que as crianças praticam as habilidades das funções executivas: a atenção, a memória e o controle dos impulsos, que são fundamentais para o desenvolvimento da autorregulação. (A autorregulação nada mais é que a nossa capacidade de gerenciar sentimentos, pensamentos e emoções! Fundamental para aprender a lidar com tudo isso, concorda?). As brincadeiras que são utilizadas no Programa Socioemocional do Sistema Piaget exploram os sentimentos e a habilidade de assumir diferentes perspectivas para proporcionar a experiência da empatia e da compaixão. Este é momento para todos se ouvirem, cooperarem com as ideias uns dos outros e fortalecerem tanto as aprendizagens, quanto os vínculos! Caso ainda não tenha o Programa Socioemocional em sua escola e queira conhecer o material, conheça mais em https://jpiaget.com.br/materiaisdigitais/programa2020/

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Plataforma LumieLabs Britannica

Pesquisar é uma habilidade fundamental para descobrir o mundo. Para compreender e ressignificar este mundo, é necessário dominar a arte de contar histórias!

O Portal Britannica Escola é uma parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao MEC, com a Encyclopædia Britannica, uma das mais conhecidas e conceituadas editoras do mundo.    Com a situação mundial do COVID-19  que todos estamos enfrentando, é preciso disponibilizarmos ferramentas de ensino e recursos multimídia para alunos e professores durante este processo de aprendizado que está acontecendo no âmbito familiar. Acessando a interface Britannica Escola (https://escola.britannica.com.br), toda em português e de acesso gratuito, será possível encontrar artigos de enciclopédia, imagens e vídeos, atlas do mundo, biografias, notícias diárias voltadas para as crianças, recursos interativos de geografia e jogos interativos. Agora, você já viu o novo recurso que a Britannica disponibilizou na parceria com o Sistema Piaget?   É uma poderosa plataforma de narrativa digital que permite aos alunos criar e compartilhar projetos de vídeo em um ambiente seguro e confiável.     Caso ainda não tenha este recurso em sua escola e queira conhecer o Storytelling, acesse: https://jpiaget.com.br/materiaisdigitais/programa2020/

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Soul Mind – Meditação

Como a atenção plena pode nos ajudar? Aprender para também bem-estar

O PROGRAMA SOUL MIND, inédito em todo o mundo, criou um CADERNO DE ATIVIDADES DE ATENÇÃO PLENA PARA CRIANÇAS E FAMÍLIAS (anexo) para um ambiente onde todos encontram oportunidades e estímulos para crescer e se desenvolver a cada dia.
Este programa de mindfulness ou de atenção plena foi desenhado para proporcionar equilíbrio emocional aos professores e alunos, melhorando a qualidade das conexões e estabelecendo relacionamentos saudáveis entre toda a comunidade escolar.
O equilíbrio individual e a conexão humana são os pilares deste programa e esperamos que todos se divirtam e exercitem suas habilidades de atenção plena.

Caso ainda não tenha o Programa Soul Mind em sua escola e queira conhecer a proposta, acesse: https://jpiaget.com.br/materiaisdigitais/programa2020/

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Avaliação de aprendizagem

Vamos refletir sobre avaliação de aprendizagem no contexto das aulas remotas?

A suspensão temporária das aulas presenciais nas escolas e a adesão às aulas remotas são uma tentativa de reduzir o risco de contágio e disseminação do coronavírus (COVID-19) entre os(as) alunos(as), os(as) professores(as) e o restante da população.

De fato, essa crise oferece uma chance de questionar velhos hábitos, de experimentar novas maneiras de fazer as coisas, de inovar.

Nesse contexto, com as aulas remotas, como fica a AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM?

Uma etapa essencial do processo de ensino e aprendizagem é determinar o nível de conhecimento dos(as) alunos(as) por meio de mecanismos de avaliação quantitativos e qualitativos. Esse é um aspecto comum das instituições de ensino, pois serve como um feedback indispensável sobre a efetividade da metodologia e das estratégias adotadas pelo(a) professor(a) e sobre a evolução contínua do(a) aluno(a).

Entretanto, a avaliação de aprendizagem no ensino a distância (EaD) tem algumas particularidades. É preciso uma metodologia específica, aplicada com cuidado para garantir a aquisição de dados fidedignos e objetivos.

Assim, nesses tempos de COVID-19, é importante se apropriar de alguns aspectos da AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM em EaD:

1 – O conceito de avaliação da aprendizagem
2 – A relação entre avaliação da aprendizagem e inovação
3 – O uso do EaD na avaliação
4 – Os passos para fazer uma avaliação da aprendizagem em EaD
4.1 – Foque em diagnosticar
4.2 – Estimule o diálogo e a reflexão
4.3 – Aproveite os recursos tecnológicos
4.4 – Use a interdisciplinaridade
4.5 – Faça autoavaliações periódicas

1 – O conceito de avaliação da aprendizagem
Tradicionalmente, no âmbito escolar, avaliar significa utilizar instrumentos e ferramentas para mensurar o conhecimento dos(as) alunos(as), verificando o grau de conformidade com alguns objetivos traçados dentro de um espaço de tempo. O ideal é que sejam levados em consideração não somente o conteúdo assimilado, mas também a linguagem, a assiduidade, o compromisso, a capacidade dialética e outras competências, como as referidas na BNCC.

2 – A relação entre avaliação da aprendizagem e inovação
É comum associar o ato de avaliar à realização de “provas” para quantificar o conhecimento do(a) aluno(a) e classificá-lo(a) de acordo com a pontuação obtida. Entretanto, com o desenvolvimento e a consolidação de metodologias inovadoras, tanto presenciais quanto a distância, faz mais sentido pensar de forma ampla, menos focada em aprovar ou reprovar o(a) aluno(a). Essa educação do século XXI traz mudanças para a Educação Básica e o Ensino Superior, retirando o foco do(a) professor(a) e promovendo mais protagonismo ao(à) aluno(a). Os recursos didático-pedagógicos têm acompanhado esse movimento de modernização da educação, considerando o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação mais robustas e que ajudam a consolidar essa nova perspectiva do processo de ensino e aprendizagem e da relação entre professor(a) e aluno(a). Nesse sentido, a educação a distância é pioneira.

3 – O uso do EaD na avaliação
No lugar das “provas” periódicas e dos longos trabalhos focados em um conteúdo denso, o EaD facilita a realização de avaliações contínuas, que fornecem feedbacks pontuais e imediatos sobre o desempenho do(a) aluno(a) e qual o próximo passo na sua trajetória de aprendizagem. Utilizar o EaD na avaliação da aprendizagem implica em mais individualização, em que o(a) professor(a) classifique menos e oriente mais. Os espaços para discussões entre aluno(a) e professor(a) nos fóruns são fomentos para a construção ativa do conhecimento, em busca de verdades sobre problemas e hipóteses, e não da resposta certa para uma questão de “prova”.

4 – Os passos para fazer uma avaliação da aprendizagem em EaD
É preciso ter em mente as diferenças estruturais na hora de preparar as avaliações de aprendizagem para a modalidade EaD. A seguir, alguns aspectos essenciais de atenção que garantem uma análise fidedigna do conhecimento dos(as) alunos(as).

4.1 – Foque em diagnosticar
O modelo tradicional de avaliação de aprendizagem quantifica o conhecimento do(a) aluno(a) com base nos erros e acertos, que são transformados em notas e classificações arbitrárias, para aprová-lo(a) ou reprová-lo(a). Entretanto, o ideal é pensar na ferramenta avaliativa como uma forma de diagnóstico, que aponta para o(a) professor(a) quais são os pontos a serem atingidos no processo de ensino e aprendizagem. Com base no desempenho dos(as) alunos(as), são feitos ajustes e reajustes nos métodos, nas estratégias, nos recursos etc. utilizados ao longo do processo.
O que ele(a) precisa aprender no momento?
Como considerar o que ele(a) já sabe e ampliar isso?
Quais os métodos e estratégias a serem utilizados para incluir e manter os(as) alunos(as) no processo?
Como suplementar o que ele(a) já aprendeu?

Essas são algumas perguntas que a equipe gestora e os(as) professores(as) devem buscar responder, com base nos resultados das avaliações.

4.2 – Estimule o diálogo e a reflexão
Uma das vantagens é a facilidade na aplicação de atividades com respostas abertas e no uso de materiais didáticos para que os(as) alunos(as) consultem e fundamentem a sua argumentação. Ademais, a presença do(a) professor(a) nos fóruns de discussão é necessária para mediar as conversas e entender a forma idiossincrática como o conteúdo é compreendido.

4.3 – Aproveite os recursos tecnológicos
Utilize as ferramentas da Tecnologia da Informação e Comunicação que as plataformas suportam. Além dos fóruns e das “provas”, já é possível fazer uso até da inteligência artificial para corrigir automaticamente as atividades e dar aos(às) alunos(as) um feedback mais rápido. Isso também é importante porque desburocratiza o trabalho dos(as) professores(as) e os(as) empodera. Outra possibilidade interessante é pensar no conteúdo visual. Além das videoaulas, os webinars e conteúdos extras são recursos que mantêm o interesse e a motivação dos(as) alunos(as), deixando as avaliações de aprendizagem menos engessadas e mais focadas no ensino, de forma ampla e heterogênea.

4.4 – Use a interdisciplinaridade
Nas atividades avaliativas de aprendizagem, inclua habilidades como a escrita, o raciocínio lógico e a construção de argumentos junto aos conteúdos específicos dos componentes curriculares (disciplinas) de cada área. É preciso que os(as) alunos(as) tenham uma visão holística do conteúdo apresentado, menos focado na ideia de capitalizar o conhecimento e transformá-lo em força de trabalho, e mais em exercê-lo como uma forma de cidadania e projeto de vida.

4.5 – Faça autoavaliações periódicas
De nada adianta ter como princípio o protagonismo dos(as) alunos(as) se não forem capazes de descrever seus objetivos e, mais ainda, de dizer até que ponto estão alcançando-os. Eles(as) devem ser capazes de descrever de que forma a metodologia, as estratégias, os recursos etc. utilizados no processo de ensino e aprendizagem são efetivos para ele(a), da mesma forma que a instituição escolar deve estar aberta para receber e incorporar os feedbacks recebidos. Além disso, os(as) próprios(as) professores(as) devem ser capazes de assumir essa nova concepção de ensino e aprendizagem e de avaliação. Inclusive, é crucial que a instituição de ensino invista na capacitação dessa equipe, já que toda a reestruturação implica uma fase de aceite e adaptação.

Momento de REFLETIR e INOVAR

É difícil afastar a ideia de hierarquia quando se pensa na relação entre professores(as) e alunos(as). Porém, a avaliação da aprendizagem em EaD favorece a consolidação de novas perspectivas sobre os papéis de docente e discente, sobretudo porque a educação a distância tem a inovação no seu DNA.

Usar Tecnologia da Informação e Comunicação implica repensar as metodologias e estratégias educacionais, já que se torna possível dar mais autonomia e promover a afirmação do(a) professor(a) no papel de mediador(a)/orientador(a), reforçando o(a) aluno(a) como agente ativo na construção do conhecimento.

Por isso, avaliar a aprendizagem e mensurar o conhecimento, de forma virtual, na modalidade EaD, significa quebrar paradigmas e dar o próximo passo em direção a um sistema de educação mais focado no(a) aluno(a).
Fonte: https://blog.lyceum.com.br/como-fazer-avaliacao-da-aprendizagem-em-ead/

Você já havia refletido sobre a avaliação da aprendizagem por meio da educação a distância (EaD)?
Que tal fazer a leitura a seguir?
“Como ensinar e como avaliar o desempenho escolar considerando as competências e habilidades.”
Onde?
Nas páginas iniciais do Manual do Professor!

Na nova edição do material do Sistema Piaget, junto com os conteúdos, foram criadas situações para o desenvolvimento das habilidades relacionadas a cada componente curricular, propostas na BNCC. Cabe ao(à) professor(a) orientar os(as) alunos(as) no desenvolvimento das competências e habilidades, para que possam usá-las da maneira mais adequada, de acordo com seu planejamento e com os resultados que pretendem alcançar.

Ah! Os(as) editores(as) e os autores(as)-professores(as) desta nova edição acreditam no trabalho por meio da AVALIAÇÃO FORMATIVA, levando em conta também os demais tipos de instrumentos avaliativos. No material, a Taxonomia de Bloom foi aplicada nas atividades, nos procedimentos e instrumentos avaliativos, como apoio didático-pedagógico, de acordo com as competências e habilidades dos componentes curriculares propostas pela BNCC.