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PROJETOS DE DISCUSSÃO: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO COTIDIANO

PROJETOS DE DISCUSSÃO: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO COTIDIANO

Pedagógico

Por Maria Luísa Silvestre e Fernando Farina

Não é novidade que a constante problematização de situações do cotidiano dentro da sala de aula possibilita a interação e o diálogo nas mais diversificadas experiências dos alunos, envolvendo sempre uma tomada de decisão.

Os exercícios de debate são muito importantes para a criação de um pensamento crítico nos estudantes, então é fundamental que o professor conduza PROJETOS DE DISCUSSÃO com a sala. E para chamar a atenção da turma, pode sim fugir do conteúdo programático e inserir temas e assuntos que fazem parte da realidade e do cotidiano dos alunos.

Idealmente, o tema deve ser analisado em grupos pequenos, para facilitar o debate. Após a divisão dos grupos, dá-se um tempinho para a pesquisa – fora do horário da aula – e é combinado o retorno, em sala de aula, para a discussão e a sugestão de propostas. Anota-se tudo em folhas ou cartazes e apresenta-se para os outros alunos.

Uma boa dica é fazer um varal ou mural na sala de aula e nele prender as folhas com os argumentos e propostas de cada grupo. Assim, variadas respostas ou possíveis soluções ficarão expostas. É fundamental que os alunos vejam as soluções dos outros alunos porque talvez um grupo não tenha sequer cogitado algumas delas. Ao fim, os grupos irão comentar e tirar as suas conclusões.

Importante dizer que este varal pode sim ser digital, incluindo plataformas de compartilhamento de conteúdo, como o Google Drive.

QUE TAL SE OS ALUNOS ESCOLHEREM O TEMA?

Geralmente, quando os alunos escolhem o tema, este está relacionado com o perfil da turma, da faixa etária, das suas experiências de vida, de seus medos, inseguranças, etc.

Procure delimitar o tema, ou seja, enfocar um aspecto por vez quando o tema escolhido por eles for muito genérico.

Por exemplo, se eles sugerirem “Problemas do adolescente”, por ser um tema muito abrangente, o adequado é dividi-lo em “Namoro”, “Relacionamento com os pais”, “Sexualidade”, etc. Sempre de acordo com a escolha deles. Porque desta vez o tema é deles. É papel do professor intermediar as dúvidas e os achados de cada pesquisa.

OS BENEFÍCIOS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

A metodologia de discussões em grupo não leva necessariamente os alunos a encontrarem a solução mágica para os problemas, e sim a gerar dados capazes de formular hipóteses e aprofundar o conhecimento sobre um tema específico. Só a obtenção do hábito de pesquisar e refletir constitui em si um rico aprendizado para a vida toda. Os alunos vão, aos poucos, aprendendo a trabalhar em grupo, a pesquisar, a refletir, a resumir e achar respostas e/ou soluções. Além disso, os alunos desenvolvem uma postura argumentativa, participativa e questionadora, que lhes proporciona uma visão crítica em relação ao mundo em que vivemos.

A visão crítica é fomentada nos anos finais do ensino fundamental.

MATERIAL DO SISTEMA PIAGET QUE AUXILIA NOS “PROJETOS DE DISCUSSÃO”

No material didático do Sistema Piaget, incluem-se dois materiais socioemocionais:

O PROGRAMA SOUL SOCIOEMOCIONAL, destinado aos alunos do Nível I ao 5º ano do Fundamental, apresenta técnicas que ensinam a escutar atentamente, a silenciar nos momentos necessários, a se expressar nas ocasiões adequadas, a entender aos comandos, a focar a atenção nas tarefas, a ouvir o outro e respeitá-lo.

O PROGRAMA SOUL, destinado aos alunos do Nível I ao Ensino Médio, que foca na realização de exercícios de postura, respiração adequada, concentração e relaxamento, com a intermediação do professor, que irá trabalhar o mindfulness e meditação com os alunos.

Esses dois materiais socioemocionais, que se complementam, proporcionam equilíbrio, calma, autoconhecimento e respeito ao outro, ou seja, oferecem as bases essenciais para os debates e trabalhos em grupo da proposta dos PROJETOS DE DISCUSSÃO.

Quer conhecer mais e saber como levar o Programa Soul Socioemocional para a sua escola? Entre em contato com nossos consultores através do WhatsApp!

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AULAS DE EMPREENDEDORISMO NÃO PODEM FALTAR NA GRADE CURRICULAR

AULAS DE EMPREENDEDORISMO NÃO PODEM FALTAR NA GRADE CURRICULAR

Pedagógico

Por Maria Luísa Silvestre e Fernando Farina

Atualmente, nas escolas, já não basta o ensino das disciplinas tradicionais. Além das aulas regulares, os alunos precisam de outros conhecimentos, como as aulas de Educação Financeira. Entretanto, educar financeiramente não consiste apenas em ensinar a economizar, cortar gastos e poupar dinheiro. Os alunos aprendem a ter comportamentos que priorizem um planejamento para o futuro, visando obter uma boa qualidade de vida.

Especialistas financeiros e pedagogos acreditam que a falta de planejamento, o gasto exagerado, a despreocupação em poupar e em pensar no futuro são atitudes decorrentes da ausência da Educação Financeira nas escolas, aprendizado que precisa ser iniciado juntamente com as primeiras noções sobre dinheiro para se adotar hábitos de consumo conscientes para a vida toda.

No material didático da Educação Infantil do Sistema Piaget, os alunos aprendem o valor do dinheiro e a como gastá-lo com sabedoria.

APRENDENDO A NOÇÃO DO VALOR DAS COISAS DESDE CEDO

As crianças precisam aprender a noção do valor monetário das coisas. Por isso, desde o 1º ano do Ensino Fundamental, o educador tem o papel de conscientizá-las de que tudo tem um custo e nem sempre é necessário adquirir o que se vê nas propagandas.

Além dos ensinamentos de poupar, de economizar para uma emergência ou de algo que se deseje muito, convém discutir com muito empenho o consumismo. Questionar as crianças: comprar por quê? Existe mesmo a necessidade dessa compra? Devemos comprar por impulso? É possível ter lazer sem consumo?

Outro aspecto a ser discutido com as crianças se refere ao egoísmo. Sabemos que as crianças pequenas, em geral, são egoístas, mas têm de ser educadas para perderem o egoísmo conforme vão crescendo. O oposto do egoísmo é a solidariedade. Portanto, um curso de Empreendedorismo não é apenas ensinar a ter e a somar, é também ensinar a verificar o que precisamos de verdade, o que é excesso, o que é ser egocêntrico e o que pode ser dividido com outras pessoas.

No material didático dos anos iniciais do Ensino Fundamental, os personagens se envolvem em situações que destacam a educação financeira.

SABENDO POUPAR, NÃO VAI FALTAR

Os pré-adolescentes e adolescentes do Fundamental II já estão preparados para receberem lições úteis e mais aprofundadas sobre o que é poupar, investir, pensar no futuro… Enfim, podem aprender a fazer planejamentos, cálculos matemáticos, previsões a curto, médio e longo prazo. Em oficinas simuladas, até a aposentadoria pode ser planejada.

Para realizações financeiras próximas, cotidianas, existem modelos específicos de “orçamentos pessoais”, um tipo de planejamento financeiro que evita de a pessoa gastar mais do que ela recebe, evitando o bicho-papão das finanças, que é o endividamento. Cabe ao educador enfatizar a importância dos gastos moderados, sem aquelas famosas “compras por impulso”.

Os alunos precisam se conscientizar dos resultados negativos do “consumo exagerado” para o próprio consumista e para o meio ambiente, já que quem consome em demasia descarta produtos com facilidade e gera muito mais lixo.

E o empreendedorismo também incentiva a autoconfiança, o hábito do planejamento e a crença de que os sonhos e as boas ideias que tiverem poderão sim se tornar realidade.

Nos anos finais do Ensino Fundamental, os alunos se envolvem mais profundamente com temas sobre educação financeira.

EMPREENDEDORISMO HUMANO E EM PROL DE UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Nas propostas de Educação Financeira ou Empreendedorismo, os valores éticos não podem ser desprezados. O empreendedorismo correto se engaja a valores e virtudes, principalmente com práticas positivas: de respeito às pessoas e à natureza, de aceitação das diferenças, de um relacionamento harmonioso e de solidariedade.

O SISTEMA PIAGET E O EMPREENDEDORISMO

Nos materiais do Sistema Piaget, os alunos aprendem que o empreendedorismo se dá pelo consumo consciente, planejamento, valores éticos e respeito ao meio ambiente.

Mais que atender às exigências da BNCC, fomentar o empreendedorismo na escola é uma questão de exigência da contemporaneidade. Nesse sentido, é preciso aproveitar esta fase de renovação das abordagens do Ensino Médio a fim de gerar a inovação necessária para que seus alunos ingressem na universidade mais preparados ao enfrentamento de um mundo tão volátil e em constante transformação.


O Sistema Piaget busca dar as ferramentas necessárias para que as escolas possam exercer seu papel da formação de cidadão para o mundo. Entre em contato com nossos consultores através do WhatsApp!

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EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

Pedagógico

Por Maria Luísa Silvestre e Fernando Farina

No dia 28/04 é comemorado o Dia Internacional da Educação. Em uma época tão desafiadora quanto agora, a tecnologia se tornou uma ferramenta indispensável para a educação, tanto para a comunicação entre alunos e professores, quanto para as aulas a distância. Como será o futuro da educação?

TECNOLOGIAS DIGITAIS: ESSENCIAIS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

O mundo hoje é digital e as escolas não poderiam ficar de fora. Elas se digitalizaram e as informações, lições e notas passaram a ser enviadas e recebidas online. Surgiu um novo conceito de escola, que torna a experiência do aprendizado muito mais sofisticada e enriquecedora, que permite aos alunos criar e compartilhar suas próprias produções digitais, incentivando a  cultura maker dentro da sala de aula. Isso significa que os estudantes constroem o seu próprio conhecimento, o que não minimiza a atuação do professor, que continua exercendo o seu papel fundamental: o de orientador.

A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO NOS DIAS ATUAIS

E se antes a tecnologia somava-se à educação para auxiliá-la, agora é essa tecnologia que permite aulas a distância em tempos de quarentena, que só foi possível graças à inserção digital dos alunos que não estranharam o uso de diferentes plataformas durante o aprendizado. Desse modo, a adaptação ao formato das aulas on-line foi rápida e obteve sucesso maior do que o esperado.

E NO CASO DA EDUCAÇÃO INFANTIL?

Brincar na Internet para as crianças menores é um processo valioso de construção do conhecimento, gerando situações interativas, facilitadoras e motivadoras da aprendizagem. Quando utilizada corretamente, a internet é um espaço que motiva pelas inesgotáveis novidades e possibilidades.

Muitos dizem que as crianças de hoje já nascem sabendo como usar toda essa técnica. Então, os chamados nascidos digitais parecem ter habilidades natas para lidar com a comunicação on-line e com as diversas propostas que a tecnologia traz para o nosso dia a dia. É essa facilidade de uso que permite que, até na educação infantil, aulas online e a distância não se tornem um empecilho para os alunos.

Mas um alerta se faz necessário. Os professores sempre devem conversar com as crianças, mesmo com as bem pequenas, que nem tudo o que a internet apresenta é bom e verdadeiro. Precisam cotidianamente trabalhar para a conscientização de que a tecnologia virtual traz enormes benefícios, mas malefícios também. Explicar que elas só devem se ater a conteúdos voltados para o bem comum, a consciência ambiental, o respeito às diferenças e a promoção da paz.

O QUE OS PEDAGOGOS DIZEM SOBRE A DIGITALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO FUNDAMENTAL I?

Os pedagogos reconhecem as vantagens de as crianças se sentirem mais motivadas a aprender utilizando um smartphone ou tablet porque é a realidade delas, faz parte do seu dia a dia.

Além disso, eles lembram que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) incentiva a modernização dos processos educacionais e das práticas pedagógicas, inclusive com o uso da tecnologia.

AS TECNOLOGIAS DIGITAIS NO MATERIAL DO SISTEMA PIAGET

O material didático do Sistema Piaget é pioneiro na junção de ensino e tecnologia. Por mais de duas décadas, o material é pensado de maneira a estimular o uso de dispositivos digitais em sala de aula e na extensão desse uso para o cotidiano dos alunos.

Dentro do material, é possível identificar ícones que revelam atividades e exercícios que devem ser feitos em um computador, tablet ou celular. Esses ícones apresentam aos alunos videoaulas, jogos, exercícios interativos e links para complementar as orientações dos professores. Desde o ensino infantil, há uma naturalização do uso de dispositivos, como tablets, computadores e celulares, que visa o desenvolvimento neurocognitivo do aluno e também seu domínio sobre os meios digitais.

Nas apostilas e na plataforma online, o aluno do Sistema Piaget conta com diversas formas de interação digital.
Os personagens do material estão sempre se envolvendo com tecnologia.

A Sistema Piaget possui diversas tecnologias que podem auxiliar diferentes modelos de escola. Quer entender mais como a sua escola pode ser parceira do Sistema Piaget? Entre em contato com nossos consultores através do WhatsApp!

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MARÇO – O MÊS DA MULHER

MARÇO – O MÊS DA MULHER

UM TRIBUTO ÀS MULHERES NEGRAS

Por Maria Luisa Silvestre e Fernando Farina

ESTATÍSTICAS DA REALIDADE BRASILEIRA

Se pudéssemos criar um perfil médio de quem nasce no Brasil, essa pessoa seria mulher e negra. É o que diz o levantamento demográfico realizado pelo IBGE em 2018. Dos 211,8 milhões de habitantes do país, 51,5% são mulheres; e dentre essas 108,3 milhões de mulheres, 60% são consideradas negras. Como então tal maioria populacional ainda é enxergada como uma minoria?

O RACISMO ESTRUTURAL NO BRASIL 

Durante os 350 anos de escravidão no Brasil, pautada por leis imperiais, a sociedade conviveu com grupos marginalizados e vistos como mercadoria, trazidos da África para trabalhar nas lavouras brasileiras. Essa relação entre os povos tornou-se “natural” com o tempo e tornou-se parte da sociedade de então, sendo repetida pelas gerações futuras, tornando-se intrínseca desde então.

Mesmo após a abolição da escravatura, em 1888, a população negra encontrava-se livre dos grilhões porém sem direitos políticos, sem voz ativa na sociedade e sem amparo do governo. Tais condições são sentidas até hoje, uma vez que a grande maioria da população pobre e miserável no Brasil ainda é constituída de negros e negras. E, atualmente, é o que explica a pouca participação de negros em cargos de liderança no  mercado de trabalho e na política.

A falta de oportunidades para a população negra se tornou seu grilhão moderno. Nas últimas décadas, programas de cotas nos setores públicos e privados tornaram-se tentativas de amenizar os séculos de injustiça e tentar reparar no presente as atrocidades do passado. 

AS MULHERES NEGRAS SOFREM AINDA MAIS DISCRIMINAÇÃO

Apesar dos esforços, as mulheres negras, mesmo com ensino superior completo, enfrentam dificuldade para conseguir bons empregos em comparação aos homens e às mulheres brancas. Seus salários são mais baixos e dificilmente elas são contratadas para cargos de relevância. Para elas são destinados os trabalhos braçais e domésticos. Negras com papel de destaque político também são alvo de perseguições e ameaças.

A violência contra a mulher no Brasil cresceu nos últimos tempos e principalmente contra a mulher negra. Trata-se de uma violência que se manifesta de várias formas: agressões físicas, psicológicas, morais, sexuais, virtuais, raciais, de gênero, entre outras. Mas a luta por justiça e igualdade continua.

É PRECISO TIRÁ-LAS  DA INVISIBILIDADE

A luta diária e contínua das mulheres negras mostra a força que o racismo estrutural ainda tem no Brasil. Mostra também a necessidade de mudanças na sociedade, para que todas as mulheres tenham oportunidades iguais e não sejam discriminadas pela sua cor, gênero e classe social.  

Tirá-las da invisibilidade é uma forma de homenagear suas vivências e mostrar que o exemplo de uma pode se tornar inspiração para várias.

O SISTEMA PIAGET NA LUTA CONTRA O RACISMO

Um dos personagens do Sistema Piaget é a Marina, que é mulher e negra. Durante os anos do Fundamental I é ela quem representa a cultura e a luta da população negra no Brasil. Já no 7º ano do Fundamental II, o processo de escravização dos povos africanos é amplamente discutido, estudando as sociedades africanas e suas diversidades étnicas, culturais e políticas. É também discutido as influências que os povos africanos deixaram para a construção da cultura brasileira, bem como a luta da população negra para superar os séculos de opressão e escravidão no Brasil.


O Sistema Piaget acredita na importância de celebrar todos os anos o Mês da Mulher, para relembrar a importância das mulheres na sociedade e na história, e incentivar as novas gerações.

Para mais conteúdos como este, continue acompanhando nosso blog e nossas redes sociais! 😉

E quer saber como o Sistema Piaget pode ajudar a sua escola?

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QUE TAL MONTAR UM PROJETO INTERDISCIPLINAR?

QUE TAL MONTAR UM PROJETO INTERDISCIPLINAR?

Para começar, precisamos diferenciar multidisciplinaridade de  interdisciplinaridade.

Pedagogico

Por Maria Luísa Silvestre

MULTIDISCIPLINARIDADE é o conjunto de disciplinas que um curso possui. Dependendo da escola ou fase de estudo em que o aluno se encontra, o número de matérias ou disciplinas varia. Do Fundamental anos iniciais para o Fundamental anos finais já cresce o número de disciplinas na grade curricular. No Ensino Médio, mais disciplinas são ensinadas, como, por exemplo, Filosofia, Sociologia, que geralmente não são vistas em etapas anteriores.

É muito comum o ensino se basear numa proposta em que o aluno estuda todas as disciplinas do currículo, como se fossem “gavetas separadas de um armário”, ou seja, estuda Geografia, História, Matemática, e assim por diante, sem haver uma necessária ligação entre elas. E já se sabe que no cérebro do aluno ocorre o mesmo efeito. Os conteúdos não se misturam, ficam separados, se não for treinado para fazer interligações.

Podem ocorrer trabalhos em que se escolhe um tema e todas as disciplinas participam abordando o assunto separadamente. Mesmo assim, continuamos na multidisciplinaridade, nas “gavetinhas individuais”.

INTERDISCIPLINARIDADE é quando dois ou mais componentes curriculares relacionam seus conteúdos para aprofundar um conhecimento, superando a sua visão fragmentada e estabelecendo, assim, a integração dos saberes. 

Diz respeito ao processo de ligação entre as disciplinas, desenvolvendo o pensamento plural, capacitando o aluno a observar os fatos da realidade de uma forma ampla e abrangente.        

Na verdade, se estabelece a interdisciplinaridade  quando algumas disciplinas se unem para a resolução de um problema real. Essa metodologia exige a pesquisa, estimula a curiosidade, a vontade de saber o porquê das coisas, e o mais importante: a vontade de achar soluções.

Você sabia que um dos principais diferenciais no material didático do Sistema Piaget está nas relações interdisciplinares que o material propõe?

Ficou provado que o conhecimento não é dissociado, fragmentado. Ele é abrangente a toda a realidade que nos cerca. Por isso, a nossa concepção de ensino privilegia a interdisciplinaridade e a contextualização dos conteúdos, o que vai ao encontro do que a BNCC propõe para a formação integral do aluno: “a superação da fragmentação radicalmente disciplinar do conhecimento, o estímulo à sua aplicação na vida real, a importância do contexto para dar sentido ao que se aprende”

Sugestões para um projeto interdisciplinar

O primeiro passo é escolher um tema que desperte o interesse dos alunos.

1-  Pode ser um tema de aspecto científico, como por exemplo, “AS VIAGENS ESPACIAIS”, com a participação simultânea de, no mínimo, 4 disciplinas.

Os alunos precisarão responder às questões: São importantes essas viagens? São necessárias para a humanidade que, em muitos países, sofre com problemas de extrema pobreza? Os gastos são irrelevantes levando-se em conta o progresso científico que geram?, etc.

Na disciplina de Geografia, os alunos deverão pesquisar sobre os astros do Sistema Solar para onde se dirigem as viagens (Lua, Marte), o que se sabe sobre eles, suas características, etc. 

Em História, pesquisarão como e quando iniciaram as viagens espaciais, quais os primeiros a se aventurarem, as épocas das viagens, as projeções para as viagens futuras.

Em Ciências, dependendo do nível da turma, os alunos precisarão descobrir alguns conceitos básicos e simplificados ou então mais aprofundados da Física e Química para responderem: Como um foguete sobe? Como se desloca? Como os tripulantes retornam? Também deverão mencionar as invenções que foram necessárias para a realização dessas viagens (roupas apropriadas, alimentos processados especiais, e até mesmo o computador, que ainda não existia.)

A conclusão final é essencial. Os alunos ficarão a favor ou contra essas viagens? A Língua Portuguesa, obviamente, participa integralmente do projeto, pois  é essencial que eles elaborem uma redação que una todo o aprendizado, estruturando  num texto os resumos das pesquisas e a conclusão final. Após a digitação, uma dupla ou trio ficará encarregada da revisão da escrita.

  

2- Outro exemplo de tema que resulta um bom trabalho interdisciplinar, aproveitando que estamos no mês de março,  é “DIA INTERNACIONAL DA MULHER”, com participação de várias disciplinas.

Na disciplina de História,  os alunos irão pesquisar quando começou a luta pela emancipação da mulher; o porquê da data escolhida  (8 de março); o que estava acontecendo na época; o que as mulheres reivindicavam. Também, deverão pesquisar e, de modo resumido, mencionar o progresso de suas conquistas, e o retrocesso e violência que elas estão sofrendo  nos últimos anos. 

Na tentativa de  entender por que a mulher é discriminada, além dos fatos históricos, a Geografia vai contribuir no esclarecimento de quais países (e sua localização continental), por motivos religiosos e/ou ideológicos, proíbem a mulher de estudar, obrigam-na a usar burcas, etc. Os alunos irão procurar onde se localizam e quais são os países mais progressistas e democráticos, nos quais há mulheres que são presidentas, primeiras-ministras ou ocupam cargos de relevância. Poderão, inclusive, fazer um mapa-múndi e marcar com legendas os países onde a mulher ainda é considerada inferior ao homem e onde ela já conquistou seus direitos de igualdade.

A Matemática ajudará muito na montagem de tabelas ou gráficos de estatística e proporção: número de mulheres no mundo; quantas em porcentagem exercem cargos executivos em empresas; quantas ainda são exploradas com salários inferiores, etc. Esse gráfico, para facilitar, poderia ser feito com pesquisas só do Brasil. Nessa opção, seria aconselhável descobrir o número de mulheres que, sozinhas, cuidam da sobrevivência da sua família e também a situação mais agravante das mulheres negras e pobres. Dados desse tipo são fáceis de se encontrar na internet. A tarefa dos alunos seria a de criar gráficos ou tabelas. 

À disciplina de Língua Portuguesa cabe a tarefa importantíssima de redigir as descobertas das pesquisas, as legendas dos gráficos, estruturar um texto coerente que tenha  a conclusão final, ou seja, respostas para os problemas levantados ou propostas para a melhoria da situação.

Na conclusão, especificar, ainda, se forem turmas mais adiantadas, as razões de um visível retrocesso de conquistas e aumento da violência e até de morte de mulheres.

AS DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO AJUDAM A BUSCAR AS RESPOSTAS

      Pelos exemplos de projetos que apresentamos, fica claro que eles só poderiam acontecer  seguindo um modelo de trabalho interdisciplinar

         A conclusão ou tomada de uma opinião ou até de uma ação (por exemplo, a criação de uma campanha de alimentos e roupas para distribuir na periferia onde há muitas mulheres que cuidam sozinhas de seus filhos) depende da reflexão a partir de aprendizados das várias disciplinas integradas.      

      Pensemos também o seguinte: no caso de precisarmos tomar uma resolução para um problema da nossa vida, no nosso cotidiano, analisamos: por quê?, como?, onde?. Além disso, fazemos cálculos de todo tipo, até contas financeiras. Essa é a prova de que a utilização da interdisciplinaridade é a maneira mais  eficaz e sensata para se levantar hipóteses e encontrar  soluções.

Conheça as soluções do Sistema Piaget para ajudar a sua escola no pós-pandemia. Entre em contato com nossos consultores através do WhatsApp!

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MAPA MENTAL

Pedagógico

Por Maria Luisa Silvestre

MAPA MENTAL

Recurso da Neurociência ajuda no retorno às aulas presenciais

Muitas escolas particulares retornaram suas aulas presenciais, porém dividindo a classe, ou seja, metade dos alunos tem aulas na escola em uma semana, enquanto a outra metade recebe essas mesmas aulas de forma on-line, e, assim, vão revezando. São as chamadas aulas híbridas.

Esta nova realidade de aulas híbridas é, na verdade, mais um outro desafio para a comunidade escolar, indo além das questões relativas aos protocolos de higienização e distanciamento (que foram providenciadas e bem resolvidas). Agora, os professores precisam novamente direcionar suas aulas de outra maneira e diferentes encaminhamentos devem ser propostos, já que a situação vivida ainda é delicada sob muitos aspectos e, sobretudo, o aspecto emocional.

A psicóloga e educadora Carla Jarlicht declara: “É preciso maior atenção aos aspectos emocionais, tanto de professores quanto de alunos. Em alguma medida, todos estão sensíveis a tudo que vem acontecendo e, de certa forma, inseguros, ansiosos”

PACIÊNCIA E CARINHO

O retorno foi muito aguardado pelos alunos. Porém, quando chegaram à escola, mesmo animados e felizes de rever seus colegas e professores, demonstraram uma reação psicológica de estranhamento e de ansiedade. Alguns professores disseram: “Parecia que era o primeiro dia de escola na vida deles.”

Esta situação deixa evidente que, antes de qualquer atividade, faz-se necessário um bom diálogo com a turma: saber como estão se sentindo, como foram as aulas on-line, como estão vivendo o distanciamento, etc. 

OS ALUNOS APRENDERAM MUITO NAS AULAS ON-LINE, MAS ESTÃO ASSUSTADOS 

Temos  consciência de que os alunos tiveram um bom aprendizado,  um aprendizado de vida nas aulas on-line. Eles se tornaram mais independentes, responsáveis, mais focados para poderem realizar as atividades e oficinas de todas as disciplinas, que exigiam deles seguir passo a passo a orientação dos professores.

Mas aprenderam também muitos conteúdos… que agora “parecem” ter escapado da memória.

Um exemplo desse fato se deu em aula presencial de Ciências do 5º ano, no Colégio Piaget (Escola de aplicação do Sistema Piaget), quando as professoras, conversando com os alunos sobre os  alimentos saudáveis e os que prejudicam a saúde se consumidos em exagero, para, depois, juntos, construírem uma “pirâmide alimentar”, perceberam que eles estavam nervosos. Na verdade, não conseguiam se expressar, confundiam os nomes dos nutrientes e seu valor na alimentação. E esses conceitos, já trabalhados, eram pré-requisitos para o estudo pretendido. 

NESTE RETORNO, NOVAS ESTRATÉGIAS

Nada de pânico. Nessa hora, o caso é deixar o aluno calmo e dar o famoso “passinho para trás”, mas com novas técnicas metodológicas. Foi então que, reunidas, as professoras lembraram da Neurociência e suas descobertas, que tanto ajudam no aprendizado. Os estudos do cérebro revelam que o indivíduo  aprende mais e organiza melhor os conhecimentos de forma visual. Por conta disso, elas planejaram para que, na aula seguinte, os alunos fizessem um MAPA MENTAL sobre “nutrientes”.

O QUE É UM “MAPA MENTAL”?

Resultante das pesquisas neurocientíficas, o MAPA MENTAL é um tipo de diagrama, um painel visual, elaborado pela própria pessoa, no caso, pelo próprio aluno. Inicia-se com uma palavra-chave e dela saem ramificações para indicar tipos, classificações ou exemplos. Usa-se, de preferência, para associações de uma mesma ramificação, uma cor específica.        

Esse mapa visual ajuda a criar ideias, a organizar o assunto, a  resumir e também a relembrar e/ou memorizar.

COMO FAZER UM MAPA MENTAL?

A partir de uma palavra-chave no centro de uma folha de caderno ou papel sulfite, fazem-se setas ou ramificações, sempre com cores, desenhos, colagens de tiras de papel e poucas palavras (como num resumo).

No exemplo citado da aula de Ciências, a palavra-chave foi nutrientes. As professoras pediram aos alunos para usarem canetas coloridas ou recortes de papel de quatro cores, já que  precisavam fazer setas para 4 tipos de nutrientes (proteína / gordura / sais minerais e vitaminas / carboidrato).         

As professoras foram dando as dicas, orientando, pedindo para algum aluno dizer um tipo de nutriente que lembrasse, e assim por diante. Todos foram montando seu mapa. Depois, fizeram retângulos ou círculos para exemplos de cada tipo de nutriente, com a mesma cor que tinham escolhido para ele. E todos conseguiram dar exemplos… a memória foi voltando

Por último, conseguiram identificar no painel quais nutrientes eram energéticos, construtores e reguladores.

OUTRO EXEMPLO DE MAPA MENTAL  

O professor pede para escreverem no centro da folha “Meio ambiente e os 5Rs”.

Obviamente, vão fazer 5 setas ou ramificações e escrever as palavras repensar, reciclar, reutilizar, reduzir, recusar (os alunos irão mencionar pelo menos algumas delas), usando 5 cores diferentes. Depois, irão colocar mais setas e acrescentar retângulos ou colar tiras coloridas para explicar, resumidamente, o que significam essas 5 palavras. Continuando, outras setas e retângulos ou tiras coloridas para a parte mais importante: os alunos darão exemplos de cada uma dessas 5 atitudes de preservação do meio ambiente (eles, com certeza, saberão dar pelo menos um exemplo).

Veja o modelo de um diagrama para esse tema:

MAIS UM EXEMPLO DE MAPA MENTAL, PARA REVISÃO DE GRAMÁTICA

Para recordar qualquer assunto gramatical, o MAPA MENTAL é uma ferramenta excelente. No centro da página, os alunos escrevem, por exemplo, classes gramaticais, e o professor orienta a colocação de setas ou ramificações na quantidade das classes gramaticais que eles já conheçam. Então, uma seta para substantivo, outra para adjetivo, outra para artigo, etc. Em seguida, fazem retângulos ou colagem de tiras coloridas para exemplos que eles próprios irão fornecer.

TORNE ESSA TÉCNICA SUA AUXILIAR CONSTANTE. OS ALUNOS VÃO AGRADECER.

Em suma, o  MAPA MENTAL é uma construção conjunta entre alunos e professor. Todos participam, todos interagem, pois sempre alguém lembra de algo relevante ao tema ou propõe uma ideia ou dá um exemplo. O professor vai gerenciando, fazendo perguntas. Os alunos anotam, mas o mapa fica sempre diferente um do outro, pois, embora coletivo, ao mesmo tempo é individual. E isso torna a experiência bem interessante.

O mapa pode ser feito nas aulas presenciais ou on-line e sobre qualquer assunto de qualquer disciplina do currículo. Pode ser sobre um conteúdo novo, mas que todos tenham algum conhecimento, ou para revisar algo já estudado.

Sem perceber, o aluno treinará o seu cérebro a refletir,  a selecionar, a organizar as ideias, a verificar semelhanças e diferenças, a resumir assuntos, a  relembrar, a memorizar…  

Existe um método melhor? Experimente com suas turmas! Os resultados são surpreendentes, e os alunos adoram esta atividade, principalmente quando podem pintar, ilustrar, usar a criatividade na montagem do Mapa.

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DIAGNÓSTICO DO APRENDIZADO DOS ALUNOS

Pedagógico

Por Maria Luisa Silvestre

DIAGNÓSTICO DO APRENDIZADO DOS ALUNOS PARA A RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS

Os alunos aprenderam muito mais nas aulas on-line do que imaginamos

Estamos retomando, agora, depois de longo tempo de aulas on-line, as aulas presenciais ou híbridas.

As escolas particulares se dedicaram ao extremo para seguir o conteúdo programático. Com o objetivo de atrair a atenção dos alunos e incentivá-los a assistirem às lives, os professores mudaram sua metodologia, inventaram outras didáticas, montaram ambientes criativos para as suas aulas. No Colégio Piaget (Escola de aplicação do Sistema Piaget), alguns até usaram fantasias e perucas. Os professores se reinventaram. Suas aulas não foram as mesmas, foram melhores

E como os alunos precisavam se adaptar, o empenho dos professores nas novas aulas acabou por motivá-los. A maioria dos alunos acompanhava com interesse pela telinha do computador ou celular a tarefa pedida  e apresentava os resultados depois.

Houve uma participação tríplice que garantiu a eficácia dessa diferente forma de ensino-aprendizagem: professores/alunos/pais

Principalmente no caso da Educação Infantil e do Fundamental I, a família auxiliou bastante em várias situações, como, por exemplo, garantindo que as crianças seguissem os horários certos das aulas e participando das oficinas ou atividades que necessitavam de uma “mãozinha”. 

Verificou-se muita união e, assim,  muitas tarefas foram realizadas.

UM OLHAR DIFERENTE SOBRE APRENDIZADO

Mesmo com tanta dedicação, os professores sentem uma certa insegurança. Todos se perguntam: Será que os alunos aprenderam realmente os conteúdos? Como proceder neste retorno? Devemos fazer uma avaliação diagnóstica?

A verdade é que os alunos que seguiram os vídeos e as lives APRENDERAM MUITO. Cada assunto foi desenvolvido com contextualização e cobrou interatividade. Os alunos do Colégio Piaget foram chamados a desenhar, recortar, pintar; fazer colagem, dobradura, cartaz digital, customização; participar de culinária e de oficinas da “Cultura Maker” (proposta semelhante ao “faça você mesmo”, com materiais recicláveis).

Assim, mais do que os conteúdos de Ciências, Matemática ou outra disciplina da grade curricular, eles aprenderam  novas habilidades. E o mais importante: aprenderam  a seguir uma rotina, a ser mais independentes, a montar seu local de estudo como os professores aconselhavam, a ter foco nas instruções e tarefas para poderem seguir o passo a passo junto com os professores.

Muitos pais testemunharam que a criança se tornou mais organizada.

E esse aprendizado merece nota 10, e é para toda a vida.

SITUAÇÃO NOVA, AVALIAÇÃO NOVA

Uma nota periódica, assim como uma média no final do ano escolar, é uma exigência do MEC.  Entretanto, em tempos de pandemia, com aulas a distância prolongadas e retorno recente, às vezes de forma híbrida, atribuir uma nota a uma prova ou mais avaliações do conteúdo programado não revela a realidade do processo ensino-aprendizagem que está sendo estabelecido. 

A avaliação do aluno deve ser vista de modo amplo. O conjunto de suas participações em debates, em rodas de conversa, em jogos e gamificações; suas realizações de propostas lúdico-pedagógicas; suas produções da “Cultura Maker” (O Sistema Piaget tem uma proposta completa para a implantação de um Programa Maker em escolas); suas tarefas e exercícios do Material Didático é que revelam o desenvolvimento integral do aluno. E esse desenvolvimento é mais valioso do que a formação cognitiva ou intelectual, em que se valoriza apenas o saber conteudista. 

“Novos saberes” agora são considerados mais importantes e são eles que deverão ser levados em conta na hora de se aplicar a exigida nota. 

Vale mencionar que, em alguns países, de alto nível educacional, como a Finlândia, Suécia e Noruega, não se atribuem notas sobre conteúdos adquiridos. Não que os conteúdos das várias disciplinas sejam desprezados, mas o que se preza é a formação global do aluno, o desenvolvimento de suas potencialidades. E quando se verifica dificuldade de aprendizado, vêm em socorro os reforços, com diferentes estratégias.

Nós, aqui, precisamos atribuir uma nota, e ela, mais do que nunca, deve ser baseada na percepção atenta  dos professores no crescimento do aluno, na sua evolução, participação, interesse, esforço. 

MAS, DEVEMOS FAZER UM AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA?

Sim, é sempre necessária a avaliação diagnóstica e até com frequência. Não para gerar uma nota, mas para o professor perceber quais as principais dificuldades ou conteúdos que não foram bem assimilados. Isso para mudar o seu planejamento (sempre que necessário) e criar outras metodologias. 

No caso do Fundamental I, a avaliação diagnóstica deve ter como base a leitura e interpretação de texto. Ler e mostrar que entendeu é o que se espera do aluno. É o letramento propriamente dito (habilidade de realizar leitura com significação).  Falhas nessa base, que variam de série para série, precisam ser diagnosticadas e, então,  outras propostas didáticas planejadas, incluindo o reforço (muitas escolas dispõem de “Aulas de Apoio”, em horários extras, para Português e Matemática).

Lembrar de elogiar muito tudo o que o aluno fez, a sua adaptação às aulas on-line, a sua participação e colaboração. E isso ocorreu mesmo: mais com alguns, menos com outros. Porém, todos, sem exceção, se esforçaram.  E merecem, portanto, reconhecimento. 

COMO PROSSEGUIR OS CONTEÚDOS NO RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS?

  Após o primeiro diagnóstico, as atividades relacionadas à meta essencial do “ler e entender” devem continuar e ser aperfeiçoadas, mesmo que seja necessário utilizar textos mais simples ou um projeto de leitura com livros mais fáceis. Isso não significa retrocesso. É reforçar a base primordial. Num projeto com livros mais acessíveis ao nível da classe que foi detectado e realizando atividades interessantes como nas aulas on-line (desenho, Maker, dramatização, etc.), logo a turma evoluirá.

Acreditamos que os demais conteúdos poderão seguir normalmente, conforme o Material Didático, mas os professores precisarão fazer, de vez em quando, uma revisão dos assuntos antigos. 

ALGUMAS SUGESTÕES

  • Correr com a matéria? Jamais! 
  • Mostrar ansiedade se precisar facilitar um pouco as atividades? Jamais!
  • Preparar provas conteudistas? Jamais!
  • Elogiar os alunos? Sempre!
  • Escolher textos e livros mais fáceis se necessário? Sempre!
  • Montar aulas interessantes com o emprego de estratégias lúdicas? Sempre!

Com o inédito Programa Transforma, o Sistema Piaget oferece soluções educacionais humanas e transformadoras para estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio.

Programa Socioemocional, Programa Maker, Programa de Meditação Sistematizada, Programa Bilingue, Formação de Coordenadores e Professores e muitos outros, são exemplos desse programa.

Quer saber mais? Entre em contato com nossa equipe comercial via WhatsApp: (11) 96308-1190

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Pedagógico

DO CONCRETO PARA O ABSTRATO

Pedagógico

Por Maria Luisa Silvestre

DO CONCRETO PARA O ABSTRATO  

  CAMINHO PARA UMA APRENDIZAGEM EFICAZ

Em aula de Ciências, no Colégio Piaget (Escola de aplicação do Sistema Piaget), a professora trabalha com os  alunos do 3º ano do Fundamental I os conceitos de litro e mililitro. Eles visualizam, nas provetas e béqueres, quantidades de líquido e as indicações das medidas de um litro, meio litro e um quarto de litros, bem como suas correspondências em mililitros.

Essa atividade, proposta no material pedagógico do Sistema Piaget, é um exemplo da metodologia que parte do concreto para o abstrato.

 POR QUE ESSA METODOLOGIA É IMPORTANTE?

A Neurociência, que fez surpreendentes descobertas nos últimos anos sobre a atuação dos diversos compartimentos do cérebro, esclarece que o aprendizado se estabelece com relação às experiências já vivenciadas pelo indivíduo.

Apesar disso, a educação até os 10 anos mais ou menos, principalmente no Fundamental I, trabalha uma série de conteúdos que vão ficando cada vez mais abstratos e distantes do universo dos alunos.

Sabe-se hoje que conceitos abstratos só  se constroem na mente por meio de um conjunto de relações com a realidade. Um conceito novo precisa, portanto, se relacionar com o já conhecido.

A especialista em neurociência clínica e neuropsicologia educacional, Michele Müller, afirma: “Se o conceito não é relacionado, não faz sentido; e se não faz sentido, é descartado pelo cérebro”.

É o famoso “aprendeu na hora mas esqueceu”. Na verdade, o cérebro não registrou e não houve realmente o aprendizado.

COMO AUXILIAR O CÉREBRO A ABSTRAIR?

A necessidade de o aluno abstrair sem fazer relação com o concreto, ou seja, sem fazer relação com as experiências de vida (que podem variar de uma turma para outra, da região onde os alunos habitam e do nível social e econômico deles) ocorre, infelizmente,  com frequência nas aulas de quase todas as disciplinas.

É preciso enfatizar que a utilização de exemplos do cotidiano e fazer analogias no ensino de conceitos abstratos faz toda a diferença, numa aula de Ciências ou quando se interpreta um poema, por exemplo. Toda criança já viu algo que se relaciona ao conceito novo ou presenciou um fato ou assistiu a um filme, etc.

Qualquer conceito pode sim ter alguma relação com “lembranças” ou “registros” cerebrais já efetivados. Cabe ao professor,  em conversa, resgatar o que os alunos já conhecem,  já observaram no meio em que vivem  (o concreto) para, então,  ensinar o novo conceito (o abstrato).

ENSINO DA DA MATEMÁTICA DO CONCRETO PARA O ABSTRATO

Embora esse método deva ser usado pelo professor em todas as disciplinas, é essencial o seu emprego na Matemática, por ser considerada a mais abstrata para as crianças. Apesar disso, é a disciplina mais fácil de se partir do concreto para chegar ao abstrato, pois materiais simples podem tornar a aula interessante e divertida.

GEOMETRIA: Para aquisição dos conceitos de direção, lateralidade e segmentos de reta, os alunos do Colégio Piaget formaram figuras geométricas de peixes, utilizando apenas lápis. Ao moverem os lápis, podiam mudar a direção dos peixes. Também identificaram nas árvores da escola modelos reais de segmento de reta.

FRAÇÃO: O aprendizado de fração fica muito facilitado com a divisão de materiais no concreto. Dividindo, por exemplo, bolos em fatias de tamanhos diferentes, é possível identificar as frações equivalentes. Os alunos podem, ainda, separar e agrupar balas, pirulitos, fichas coloridas, massinhas de modelar, e muitos outros objetos.

OPERAÇÕES MATEMÁTICAS: Todas as operações podem ser feitas de modo concreto com objetos que os alunos tragam de casa, de preferência pequenos e recicláveis (potinhos, tampinhas, botões, etc.). Mas de alta valia é o emprego do material dourado (conjunto de peças de madeira com valores numéricos, que permite a visualização das operações matemáticas por meio dos “cubos”, “barras”, “placas” e “blocos”).

RELAÇÕES DE ORDEM E VALOR POSICIONAL:  Para conceitos relacionados à numeração e mesmo para efetuar as operações fundamentais da Matemática, o ábaco (calculadora mais antiga criada pelo ser humano) é um recurso que os alunos adoram utilizar.

NUMERAIS ORDINAIS:  Para contextualizar e tornar mais fácil o aprendizado, uma proposta é a adaptação das cartelas de bingo e organizar um divertido jogo de bingo com números ordinais.

SISTEMA DE MEDIDAS: Usando régua, trena, metro de carpinteiro ou de costureira, os alunos do Piaget fazem medições de objetos e espaços da escola. E vão anotando…

OPERAÇÕES COMPLEXAS: Por mais avançadas que sejam as operações matemáticas, principalmente  na fase final do Fundamental I, o professor pode fazer exercícios usando fichas previamente preparadas e recortes de papéis coloridos. Também a gamificação é um instrumento benéfico, pois, além de agradar  os alunos, exige reflexão e superação de desafios, sendo muito útil  para a revisão de conteúdos.

A PRINCIPAL METODOLOGIA DO SISTEMA PIAGET E SEU MATERIAL DIDÁTICO

O material do Sistema Piaget é todo baseado na ideia do psicólogo e pensador “Jean William Fritz Piaget”: a criança é que deve construir o seu aprendizado e não recebê-lo pronto, de forma abstrata e descontextualizada.  

Portanto, no material didático do Sistema Piaget,  o conceito novo, o  “abstrato”,  vai sendo descoberto pelo aluno aos poucos, a partir dos seus conhecimentos prévios. Ele é o protagonista do seu próprio aprendizado. 

Muitos objetos digitais e tecnológicos compõem o material,  incluindo jogos, preparados pela nossa equipe para o aluno interagir,  enfrentar desafios e chegar, ele mesmo, à solução das situações-problema, solidificando, assim,  o aprendizado. Com o avanço da tecnologia em todos os campos, inclusive no da  Educação,  a gamificação se tornou parte importante do processo ensino-aprendizagem. E, no Sistema Piaget, ela se adapta aos assuntos dos diversos componentes curriculares, desenvolvendo  no aluno o raciocínio e o prazer de aprender brincando.

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Pedagógico

LEITURA E PROJETO INTERDISCIPLINAR

LEITURA E PROJETO INTERDISCIPLINAR

(para Educação Infantil e Fundamental I)

Pedagógico

Por Maria Luisa Silvestre

Por que ler é tão importante?

É consenso entre os pedagogos a importância da leitura para a formação global do indivíduo. Quem lê compreende melhor a realidade e desenvolve o raciocínio, a visão crítica e suas próprias potencialidades. Isso sem falar que a leitura promove a ampliação do vocabulário e auxilia a expressão em todos  os seus aspectos, principalmente a da fala e a da escrita.

Hoje, a Educação está aliada à Neurociência, que nos explica que o cérebro deve ser estimulado bem cedo, que o “gostar de ler”, “o interesse por livros” precisa se iniciar já na Educação Infantil. Por isso, os estudiosos  afirmam que “Contação de História” (a professora lendo o livro para os pequenos e mostrando as páginas para eles, assim como deixando que após sua leitura manuseiem o livro) é também uma forma de ler, é o preparo básico e essencial para, dali a um tempo, se estabelecer a habilidade de eles próprios fazerem a leitura. 

Quais os métodos para o aluno gostar de ler?

O método tradicional de a professora ler a história ou, no caso do Fundamental I, de os alunos lerem sozinhos, e depois ocorrer uma discussão ou uma provinha escrita não é o suficiente

O aluno começa a se interessar pelo livro ou até se  apaixona por ele quando percebe que é repleto de ideias, que o enredo se relaciona de alguma forma com o seu cotidiano e que possibilita a realização de várias atividades interessantes. Para tanto, deve-se aplicar a metodologia moderna da LEITURA COM INTERDISCIPLINARIDADE.

Passo a passo para uma leitura com interdisciplinaridade:

1-  Escolha dos livros

         Além de se levar em conta a faixa etária do aluno, as obras devem ser escolhidas pela riqueza de sua temática, possibilitando a reflexão sobre os relacionamentos, quer com as pessoas, quer com o meio ambiente em geral. Sempre encontramos livros (hoje são variadíssimos) que abordam aspectos socioemocionais, valores e virtudes, atitudes de preservação da natureza, etc. A escolha certa é a do livro que traz contextualidade.

2- As disciplinas que sempre podem se integrar à Língua Portuguesa no projeto de leitura

         O aluno valoriza muito  o seu livrinho quando, além das aulas de Língua Portuguesa, ele é abordado em aulas de outras matérias do currículo. É raro um livro de temática atual não permitir a interação com duas, três ou mais  disciplinas.

          Por isso, o Colégio Piaget (Escola de aplicação do Sistema Piaget) planeja o estudo do livro com atividades ligadas à:

         ARTE – Após a “contação da história” ou a própria leitura, o aluno desenha, faz pintura ou colagem dos personagens ou de alguma cena do livro de que mais gostou. Pode também usar massa de modelar para sua representação ou outro material da escolha do professor.

 (Criação dos personagens da história)

MATEMÁTICA – Exercícios de números para os pequenos (por exemplo: Quantos personagens há na história?) e problemas matemáticos “inventados” pela professora a partir do enredo da história, citando o ambiente, o nome dos personagens, o gosto ou características deles. É claro que os exercícios devem ser criados em compatibilidade com o que se  esteja estudando no momento.

       GEOGRAFIA E HISTÓRIA – Qual a cidade em que ocorre a história? Qual a paisagem do local? Existe algo pitoresco que caracteriza o espaço mencionado? (Sugere-se pesquisa na internet, confecção de mapa, recorte e colagem para montar o ambiente.) 

      CULTURA MAKER – No Colégio Piaget, desenvolve-se com frequência a “cultura maker”, que é a pedagogia do “faça você mesmo”, ou seja, os alunos, utilizando materiais de todos os tipos, principalmente recicláveis e que já possuam em casa,  criam, modificam, inventam. No caso do livrinho, uma possibilidade é usar essa metodologia para criar tanto os cenários da história quanto os personagens ou alguns elementos ligados a eles.

(Montagem do chapéu do personagem Pedro, do livro “Pedro e Tina”)

CUSTOMIZAÇÃO –  É uma metodologia que os alunos adoram e é aplicada pelo Colégio Piaget desde os pequenos da Educação Infantil. A customização se diferencia da “cultura maker” porque se restringe à criação de uma roupa ou peça de vestuário. De modo improvisado, recortando sobras de tecido ou trajes que não servem mais, os alunos criam as vestimentas dos personagens de acordo com a descrição do livro. Mas vale acrescentar um enfeite, pintar, colocar um acessório, ou seja, mudar um pouco. O importante é liberar a criatividade. 

      INGLÊS E ESPANHOL – Os professores de língua estrangeira podem sempre participar. Com os pequenos, podem  ensinar algumas palavras referentes ao conteúdo do livro. Com os maiores, conversar sobre o livro, questioná-los, levando-os a responderem na língua específica, e até pedir que escrevam algo sobre a história. O nível da conversa e da abordagem depende do grau de conhecimento da língua estrangeira, mas um pouquinho sempre pode ser feito com a criatividade do professor. 

TEATRO-  Uma dramatização de alguns acontecimentos do livro pode ser improvisada até em aulas on-line, com os alunos representando suas falas na live. E é possível, inclusive, usar as roupas que customizaram anteriormente. Também podem fazer bonecos de varetas e cada um de sua casa vai fazendo a atuação.

 (Capa do livro e representação de cenas vivenciadas por Pedro e Tina)

3- As disciplinas que às vezes podem se integrar à Língua Portuguesa no projeto de leitura

        MÚSICA – Dependendo do tema da história, se a escola tiver professor de Música, este pode  tocar uma música que combine com o assunto  e fazer os alunos cantarem. Mesmo a professora da sala pode colocar uma música com temática similar para eles ouvirem e cantarem  juntos.

         CULINÁRIA – Muitas vezes o livro menciona uma comida ou uma fruta, ou ainda trata de uma região típica. Nessas hipóteses, uma atividade que os alunos apreciam bastante é preparar o alimento e fazer a degustação. No caso de aula on-line, um adulto sempre dá uma mãozinha.

                         (Capa do livro e as crianças, seguindo a live, fazendo bolo de caneca de micro-ondas)

EDUCAÇÃO FÍSICA-  Em alguns casos, os professores de Educação Física conseguem organizar uma “gincana” ou uma brincadeira de “caça ao tesouro”, na quadra ou demais espaços abertos da escola, fazendo um gancho com algum aspecto tratado na obra. 

4 – Exposição dos trabalhos          

Se as aulas forem presenciais ou híbridas, os trabalhos das turmas (desenhos, pinturas, criações maker e produção de textos em Português, Inglês e Espanhol) podem formar uma exposição em lugar específico da escola ou no próprio corredor das salas, para apreciação dos demais colegas.

Quantas disciplinas devem participar do projeto de leitura?

Não há uma quantidade determinada. A Língua Portuguesa associada a mais uma disciplina já enriquece o trabalho de leitura. Mas quanto mais matérias puderem dar sua contribuição, dependendo do livro escolhido, teremos a garantia de um aprendizado muito maior e do grande objetivo: desenvolver o gosto pela leitura.

A interdisciplinaridade no material “Sistema Piaget”

No material do Sistema Piaget, a interdisciplinaridade está presente em todos os Volumes e em todas as disciplinas, especialmente na seção “Integrando com…”, que propõe atividades de debate, reflexão ou pesquisa a fim de relacionar os vários componentes curriculares. Essa relação interdisciplinar permite aos alunos estabelecer conexões amplas dos saberes e é organizada de forma a respeitar a horizontalidade dos conteúdos.  

O Sistema Piaget possui um material completo, com inúmeros recursos de aprendizagem disponíveis para tornar a sua aula diferenciada e motivadora.

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A nova realidade da escola digital

Pedagógico

Quatro das dez competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental apontam a necessidade de relacionar os conhecimentos desenvolvidos nessa etapa da Educação Básica às tecnologias digitais

A competência geral 5, sobretudo, destaca a importância de levar os alunos a compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações; produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

As significativas mudanças sociais causadas pelo uso de tecnologias móveis, como celulares e tablets, fazem com que a escola aborde gêneros típicos da cultura digital, como vlogs e ciberpoemas, por exemplo, e ajude os alunos a agir de forma responsável e ética ao realizar ações atualmente corriqueiras, como curtir, comentar e compartilhar posts em redes sociais; enviar fotos, vídeos e áudios com o uso de aplicativos de troca de mensagens.

Além disso, é papel da instituição de ensino mostrar ao educando as múltiplas possibilidades de uso das tecnologias, já que crianças e adolescentes, normalmente, exploram os dispositivos com finalidade de lazer e comunicação.

Para atender a essas necessidades, o material do Sistema Piaget apresenta uma seção específica sobre o tema. 

Segundo Dulce Vieira, diretora pedagógica e editorial do Sistema Piaget, “o objetivo, ao longo dos anos, é apresentar aos alunos softwares (de edição, de apresentação, de planilhas etc.), aplicativos, sites e jogos que possam ser usados para a realização de diversas tarefas escolares”. Por meio das propostas, os estudantes poderão editar imagens e textos para produzir diferentes gêneros discursivos; gravar vídeos para simular, por exemplo, um telejornal; realizar pesquisas na internet e exercitar habilidades relacionadas à programação e ao pensamento computacional, entre outras ações que enriquecem a aprendizagem.

Além desse trabalho proposto no material do Sistema Piaget, nossa Coleção é acompanhada de objetos digitais (videoaulas e jogos) que reforçam o trabalho desenvolvido no Manual do Aluno e podem ser acessados em nossa plataforma Octus – um ambiente virtual de aprendizagem.

Através da plataforma Octus, o Sistema Piaget oferece assistência às escolas para transmitirem as aulas on-line, melhorando desde a gestão até a dinâmica das aulas. É o suporte de que sua escola precisa, com uma ferramenta segura e moderna. 😊

Para mais informações, entre em contato com nossa equipe comercial via WhatsApp: (11) 96308-1190